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13 dezembro 2015

Palavras de um alguém qualquer

Oi gente, hoje eu separei três textos que eu escrevi há um tempo e são bem importantes pra mim. Talvez marquem uma fase da minha vida bem complicada, ou talvez marquem uma fase de crescimento, Afinal, tudo serve como aprendizado, não é mesmo? Espero que vocês gostem, se identifiquem ou não gostem e opinem sobre eles, ok? 




O primeiro fala sobre encarar a dor de perder uma pessoa e como continuar a viver depois de uma desilusão. Não compreendo como nosso coração demora a acreditar que as pessoas podem sair da nossa vida tão rápido e fácil. Enfim, eu gosto bastante dele, não sei o porquê de tanto apresso por um escrito tão pequeno, mas enfim, é interessante: 
Hoje eu li em algum canto que só supera uma perda, se você a encará-la de frente. Acho que foi por isso que não superei a sua partida ainda.. Posso fingir, posso negar para todos, posso dizer que nem lembro mais. Mas basta ler nas entrelinhas dos meus olhos que você percebe que o meu coração ainda é todo seu! Por mais que você não se importe com isso, ou nem queira o meu coração para você, mas se eu ainda estou escrevendo é porque em alguma parte de mim ainda existe esperanças. Eu sei.. Não parece! Mas você é ainda o motivo pelo qual existe lágrimas de saudades nos meus olhos, e sim, a sua falta dói demais. Só não dói mais do que o desgosto que você está criando dentro do meu peito, uma angustia que só eu sei e só eu entendo! Você não tem culpa.. E de certa forma, nem eu. A culpa é do tempo que está demorando a agir e levar para longe de mim esse sentimento que tanto te incomoda. O que eu posso fazer é apenas encarar a perda de frente..
 O segundo já é um pouco mais amargo, sinto que se fosse escreve-lo hoje, não sairia do mesmo jeito. Foi em meados de novembro de 2012, lembro desse dia e lembro como foi bom colocar palavras no caderno e depois me senti mais leve. Bom, vocês vão entender quando lerem: 
“Vai, escolhe a mais bonita, a mais charmosa, a mais engraçada. Vai, escolhe aquela que todos acham linda. Vai, deixa para trás aquela que te ama e vai atrás daquela que você sente atração! Vai, escolhe aquela que te faz sorrir e não aquela que chora por você todas as vezes que você a abandona. Vai, o que você está esperando? Vai procurar em todas as outras o amor que só aquela ali sente por você, deixa para trás todos os sonhos que ela teve com vocês dois juntos. Vai logo, escolhe a que não é insegura e não a que se preocupe com você, e não a que mesmo quando não está errada pede desculpas porque não ver você magoado. Vai, não é isso que você quer? Deixar para trás aquela que faz de tudo para te ver sorrindo, mesmo que isso não seja o motivo da felicidade dela. Vai, deixa para trás a que te perdoa, a que te cuida, a que sonha todas as noites com você. Vai logo, abandona de vez aquela que apenas pediu o teu amor e nada mais do que isso. Só que se lembre, quando você for… Talvez você não ache mais o caminho de volta.” 
E por último, um dos meus desabafos no meu caderno no fim de 2014. Esse pra mim é um pouco forte, talvez alguém se identifique e entenda como eu estava me sentindo e o porquê de ter escrito aquilo. As vezes a vida parece ser mais complicada do que ela é e a gente não sabe como lidar, não é? 
Eu sinto uma saudade de um tempo que já se foi, que talvez nem tenha existido. Sinto uma saudade de sentir minha barriga com borboletas. Sinto uma saudade de sentir esperança da felicidade. Sinto uma saudade que me sufoca. Sinto uma saudade que me expande. Nunca me senti grande, nunca me senti demais, contudo, diante dessa imensa saudade, não consigo me achar menor do que um gigante. Como se sentiria alguém que sente algo tão profundamente forte? Absurdamente imenso? Sinto uma saudade de sentir que nada mais me magoaria, de sentir segurança, de sentir qualquer coisa a não sentir a saudade. Ah, lágrimas! Quantas lágrimas podem cair pelos olhos de um ser humano? Quantas vezes o rosto pode se molhar com uma tristeza escaldante? Chega a surpreender. Chega a explodir. Uma explosão de dor! Uma explosão de decepção. E apenas um sentimento se mistura com a famosa saudade, a solidão. 
Por fim, finalizo com um pedido: poderiam dizer o que vocês acharam? Sentiram os sentimentos que eu tentei passar nas entrelinhas? É difícil as vezes tentar não demonstrar nas palavras o que a gente está sentindo, mas as vezes isso é primordial para nossa alma. Eu sempre deixo que as minhas mãos tirem de mim a agonia, a dor, a saudade, a solidão e até mesmo a alegria para que eu me sinta mais leve. Escrever, com certeza, é uma das minhas coisas favoritas da vida. Espero que gostem dos meus escritos. São feitos com amor, mesmo que exista dor. 

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Um comentário:

  1. Que emocionante os seus textos! Percebi realmente que você se expressou tudo o que sentia no papel. Apesar de conter dor, as vezes é necessária para evoluirmos com amor. Parabéns pelo seu blog!

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Obrigada por comentar, responderei você assim que ver o comentário. Beijos de sangue e até breve.